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sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Carteiras



De modo geral quem é investidor de bolsa diz que possui uma carteira de ações. O que é correto, porém, nos bastidores, possuímos diversas carteiras de ações.
Como vimos, as ações podem ser usadas como garantia para diversas operações, então, para que isso efetivamente aconteça, é preciso separar as ações em carteiras específicas e cada uma dessas carteiras possui um código próprio.
Quando alguém compra ações elas vão para a carteira livre, cujo código é 21016. Nessa carteira as ações não estão servindo para cobertura nem para garantia. Estão “livres” para serem vendidas a qualquer momento.
Existem mais de 30 carteiras com funções e códigos diferentes. A maioria para funções tão específicas que nem vale a pena escrever.
Vejamos as carteiras que são as mais usadas pelos investidores pessoa física no dia a dia do mercado.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Operar vendido e alavancar - Riscos e garantias.



Bolsa de Valores, como qualquer investimento, oferece riscos. Não há nenhum ramo de negócios em que não se corra risco de perder dinheiro.
A operação mais básica de todas, que é a compra de ações no mercado a vista, oferece risco de prejuízo financeiro, de um investidor sair de uma posição com menos dinheiro do que entrou.
Mas falamos nesse caso de uma diminuição de patrimônio, um investidor tinha R$ 50.000 e hoje tem 40.000. Isso não leva ninguém à insolvência.
Mas dentre as diversas operações possíveis em bolsa algumas oferecem riscos muito maiores do que esse, é possível montar posições que, se derem errado, podem levar um investidor a quebrar, perder tudo o que te tem, ou pior, perder mais do que tinha.

Operações de venda são um exemplo típico. Já falamos que um investidor que acredite que a bolsa (ou uma determinada ação) vá cair pode vender primeiro para comprar depois. Vende o que não tem, portando faz uma venda descoberta. Os riscos nesse caso são enormes, infinitos na verdade.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Mercado a termo

Termo é sinônimo de prazo e quem compra ações no mercado a termo justamente recebe um prazo para poder pagar pelas ações.
O contrato de termo é praticamente um contrato de mútuo, de empréstimo de dinheiro.
De um lado o financiador que oferece dinheiro cobrando juros. Para cada prazo uma taxa.
Por exemplo, para 30 dias 0,75%, para 60 dias 1,40% (mudam diariamente).
Do outro lado o tomador do dinheiro, alguém que pretende comprar ações usando o dinheiro do financiador. Esse investidor compra as açoes hoje mas só tem obrigação de pagar por elas ao final do prazo contratado, quando pagará o preço da ação na data da compra, acrescido do valor da taxa de juros.

Os prazos podem variar de 16 a 999 dias, os contratos podem ser liquidados antes do prazo de acordo com a vontade do comprador, as taxas são definidas pelo financiador e podem ser negociadas livremente.